domingo, 19 de julho de 2009

Confirmação de recebimento das atividades sobre Tabela Periódica

1. Victoria Duarte. 9º Ano D. Nota: 0,95.
2. Thiago Paes. 9º Ano D. Nota: 0,95.
3. Wesley Bruno de Jesus Souza. 9º Ano D. Nota: 0,93
4. Brunna Suyla. 9º Ano B. Nota: 0,91
5. Ianka Carolina. 9º Ano B. Nota: 0,91
6. LUCAS SOARES MIRANDA FERREIRA . 9º Ano B. Nota: 0,65
7. João Marcos Ferreira. 9º Ano B. Nota: 0,5
8. IRAMAIA. 9º Ano C. Nota: 0,61
9. Andreska. 9º Ano C. Nota: 0,61
10. Hildo dos Santos Lima Neto. 9º Ano C. Nota: 0,96
11. Renan Clementino De Oliveira. 9º B. Nota: 0,86
12. Leonardo campelo cavalcante. 9º Ano B. Nota: 0,27
13. Felipe Simoes. 9º Ano A. Nota: 0,93
14. Ingrid Vieira. 9º Ano A. Nota: 0,93
15. Endy Walery. 9º Ano A. Nota: 0,93
16. Albetiza carvalho. 9º Ano A. Nota: 0,93
17. MARIANA COUTINHO. 9º Ano A. Nota: 0,89
18. URIEL CARUANO. 9º Ano A. Nota: 0,89
19. Alano Duarte. 9º Ano D. Nota: 0,71
20. Letícia Ariel 9º ano C. Nota: 0,96
21. Alisson Araújo. 9º Ano D. Nota: 0,71
22. Brenno Neves. 9º ano C. Nota: 0,96
23. Carla Inês. 9º ano C. Nota: 0,96
24. Louise de Paula. 9º ano C. Nota: 0,96
25. Natanael Almeida. 9º ano C. Nota: 0,58
26. Jemima. 9º Ano A. Nota: 0,96
27. Danyele. 9º Ano A. Nota: 0,96
28. Victor Emanuel. 9º Ano A. Nota: o,4
29. Vladimir. 9º Ano A. Nota: 0,4
30. Joilton. 9º Ano A. Nota: 0,4
31. Paulo Henrique. 9º Ano B. Nota: 0,96
32. Yago Nascimento. 9º Ano B. Nota: 0,86
33. Jeová Brandão. 9º Ano B. Nota: 0,86
34. Jacqueline. 9º Ano C. Nota: 0,71
35. Larissa. 9º Ano C. Nota: 0,71
36. Jeferson Adriano. 9º Ano C. Nota: 0,96
37. Joellanne Café. 9º Ano B. Nota: 0,46
38. Paulo Bruno. 9º Ano B. Nota: 0,96
39. Joao Felipe. 9º Ano B. Nota: 0,96
40. Túlio Matheus Ribeiro. 9º Ano A. Nota: 0,64
41. Itanir Velaine. 9º Ano D. Nota: 0,94
42. Patrícia Marques. 9º Ano D. Nota: 0,94
43. Luiz Santos. 9º Ano B. Nota: 0,64
44. Layta Sena. 9º Ano C. Nota: 0,94
45. Igor Matheus. 9º Ano C. Nota: 0,96
46. Ayslane Mairy. 9º Ano B. Nota: 0,71
47. Erick Dias. 9º Ano B. Nota: 0,71
48. David José. 9º Ano B. Nota: 0,46
49. Jayelen Alves. 9º Ano C. Nota: 0,94
50. ﻝJune Adriαne. 9º Ano C. Nota: 0,94
51. Ðαηιєℓℓє яєiร. 9º Ano D. Nota: 1,0
52. Icaro Mendes. 9º Ano C. Nota: 0,71
53. Monique. 9º Ano C. Nota: 0,24
54. Tamires. 9º Ano C. Nota: 0,24
55. Manoel Alexandre. 9º Ano A. Nota: 0,91
56. Tamildes Mendes. 9º Ano A. Nota: 0,91
57. Franciane Maria. 9º Ano D. Nota: 1,0
58. Maluany Ingrid. 9º Ano D. Nota: 1,0
59. Vanessa caroline. 9º Ano C. Nota: 0,96
60. Halef Lopes. 9º Ano D. Nota: 0,77
61. Moseley da Silva Rodrigues. 9º Ano D. Nota: 1,0
62. Lucas Nelson. 9º Ano B. Nota: 0,71
63. Lucas Mateus. 9º Ano A. Nota: 0,71
64. Wesley Santana. 9º Ano C. Nota: 0,06
65. Rafaela Bispo. 9º Ano C. Nota: 0,96
66. Bruna Mayara. 9º Ano D. Nota: 0,96
67. ITALO Bruno. 9º Ano D. Nota: 0,9
68. João Vitor Fatel. 9º Ano D. Nota: 0,9
69. Jean Claudio. 9º Ano D. Nota: 0,27
70. Valéria Lima Borges. 9º Ano D. Nota: 0,37
71. Renata de Araujo Silva. 9º Ano D. Nota: 0,37
72. Andreza. 9º Ano B. Nota: 0,5
73. Anne Caroline Almeida. 9º Ano A. Nota: 0,52
74. João Guilherme Mattos. 9º Ano A. Nota: 0,96
75. Lauro Raine. 9º Ano A. Nota: 0,96
76. Jonatas Felipe Duarte Marinho. 9º Ano C. Nota: 0,84
77. Matheus Cordeiro Londes de Lima. 9º Ano D. Nota: 0,89
78. Tatiane Caroline. 9º Ano C. Nota: 0,96
79. Jaine. 9º Ano C. Nota: 0,96
80. Allana Maiane. 9º Ano C. Nota: 0,94
81. Pedro Vitor. 9º Ano D. Nota: 0,89
82. Jefferson Kleiton. 9º ano C. Nota: 0,96
83. Lucas Carvalho Santos. 9º Ano B. Nota: 0,96
84. Ana Flávia Freitas. 9º Ano B. Nota: 0,96
85. Ana Sofia. 9º Ano D. Nota: 0,94
86. Deyse Hélida. 9º Ano D. Nota: 0,94
87. Marilia Fernanda. 9º ano C. Nota: 0,9
88. RUTE LINHARES. 9º Ano D. Nota: 1,0
89. Itala Thayane. 9º Ano B. Nota: 0,89

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Atividade de Química - 2ª Unidade


TIO TUNGSTÊNIO

Muitas das minhas lembranças de infância têm relação com metais: eles parecem ter exercido poder sobre mim desde o início. Destacam-se em meio à heterogeneidade do mundo por seu brilho e cintilação, pelos tons prateados, pela uniformidade e peso. Eram frios ao toque, retiniam quando golpeados.

Eu adorava o amarelo do ouro, seu peso. Minha mãe tirava a aliança do dedo e me deixava pegá-la um pouco, comentando que aquele material se mantinha sempre puro e nunca perdia o brilho. “Está sentindo como é pesado?”, ela acrescentava. “Mais pesado até que o chumbo”. Eu sabia o que era chumbo, pois já segurara os canos pesados e maleáveis que o encanador uma vez esquecera lá em casa. O ouro também era maleável, minha mãe explicou, por isso, em geral, o combinavam com outro metal para torná-lo mais duro. O mesmo acontecia com o cobre, que
era misturado ao estanho para produzir bronze. Bronze! – a palavra em si já me soava como um clarim, pois uma batalha era o choque valente de bronze contra bronze, espadas de bronze em escudos de bronze, o grande escudo de Aquiles. O cobre também podia se combinado com zinco para produzir latão, acrescentou minha mãe. Todos nós – minha mãe, meus irmãos e eu – tínhamos nosso menorá de bronze para o Hanuca. (O de meu pai era de prata).

Eu conhecia o cobre – a reluzente cor rósea do grande caldeirão em nossa cozinha era de cobre; o caldeirão era tirado do armário só uma vez por ano, quando os marmelos e as maçãs ácidas amadureciam no pomar e minha mãe fazia geléia com eles.

Eu conhecia o zinco – o pequeno chafariz fosco e levemente azulado onde os pássaros se banhavam no jardim era feito de zinco; o estanho, a pesada folha-de-flandes em que eram embalados os sanduíches para piquenique. Minha mãe me mostrou que, quando se dobrava estanho ou zinco, eles emitiam um “grito” especial. “Isto é devido à deformação da estrutura
cristalina”, ela explicou, esquecendo que eu tinha cinco anos e por isso não a compreendia – mas ainda assim suas palavras me fascinavam, faziam-me querer saber mais.

Havia um enorme rolo compressor de ferro fundido no jardim – pesava mais de duzentos quilos, meu pai contou. Nós, crianças, mal conseguíamos movê-lo, mas meu pai era fortíssimo e conseguia erguê-lo do chão. O rolo estava sempre um pouco enferrujado, e isso me afligia – a ferrugem descascava, deixando pequenas cavidades e escamas -, porque eu temia que o rolo
inteiro algum dia se esfarelasse pela corrosão, se reduzisse a uma massa de pó e flocos avermelhados. Eu tinha necessidade de ver os metais como estáveis, como é o ouro – capaz de resistir aos danos e estragos do tempo.

O texto foi extraído do romance - TIO TUNGSTÊNIO – MEMÓRIAS DE UMA INFÃNCIA QUÍMICA - no livro o médico inglês Oliver Sacks relembra a meninice passada em Londres nas décadas de 1930 e 1940, sempre às voltas com a curiosidade e o prazer das descobertas. A referência ao menorá revela as origens judia do autor, que discorre sobre os metais, sua paixão pueril.

Leia o texto atentamente e responda as questões abaixo:

A TABELA PERIÓDICA É UM INSTRUMENTO DE CONSULTA

1. Complete os espaços com os metais citados e sua posição na Tabela Periódica.


NOME DO METAL SÍMBOLO QUÍMICO FAMÍLIA PERÍODO

________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________
________________ __________ _______ ________

2. Podemos falar que o estanho e o chumbo possuem as mesmas características químicas?Justifique.
3. Cite três propriedades referentes aos metais.

4. Quem sou eu?
I. Sou metal, sou valioso,
E pelo homem sou cobiçado;
Mas na ânsia de me encontrar,
Ele deixa o ambiente ameaçado.
Sou da coluna 11, pode crer.
Consulte a tabela pra me conhecer.
Sou o ___________________. Meu símbolo é: _________
II. Sou do grupo da direita,
Os metais não são dos nossos;
Sou constituinte importante,
Do cérebro e dos ossos.
Se na coluna 15 procurar,
Vai ser fácil me encontrar.
Sou o ___________________. Meu símbolo é: _________
III. O oxigênio não gosta que eu brilhe,
Mas comigo se combina;
No sangue sou importante,
Sou parte da hemoglobina.
Sou do 4º peírodo, sou metal.
Quem eu sou afinal?
Sou o ___________________. Meu símbolo é: _________
IV. Embora você não perceba,
Me ingere junto com o sal;
Não gosto de muito papo,
Conservo a tireóide normal.
Só tem de me achar,
Se na dezessete procurar!
Sou o ___________________. Meu símbolo é: _________
ATENÇÃO:
REÚNAM-SE EM DUPLAS E RESPONDAM AS QUESTÕES PROPOSTAS ACIMA. COPIEM AS ATIVIDADES, RESPONDAM E ENVIEM PARA O E-MAIL: dlpantaleao@gmail.com ATÉ O DIA 29/07/2009 (PODE SER FEITO INDIVIDUALMENTE TAMBÉM). VALOR DA ATIVIDADE: 1,0).







Tabela Periódica dos Elementos Químicos


sábado, 9 de maio de 2009

Marie Curie


(1867 - 1934)


Marie Curie nasceu em Varsóvia, capital da Polônia, com o nome de Maria Sklodowska. Seu pai era físico e a mãe, que cedo morreria, era diretora de um colégio.
Em 1891, mudou-se para a França, onde dois de seus irmãos já se encontravam, e iniciou seus estudos universitários. Viveu ali com poucos recursos, chegando, certa vez, a desmaiar de fome durante a aula.
Quatro anos depois, casou-se com o químico Pierre Curie (optaram por realizar apenas a cerimônia civil, pois se consideravam anticlericais, e dispensaram também as alianças e o vestido de noiva. Em vez disso, preferiram adquirir duas bicicletas para passear).
Estimulada pela descoberta dos raios X, feita por Roentgen, e das radiações do urânio por Becquerel, Marie Curie iniciou trabalhos de pesquisa que a levariam a identificar três diferentes tipos de emissão radiativas - mais tarde chamadas de alfa, beta e gama. Foi ela também que criou o termo radiatividade.
Apoiando-se na descoberta do efeito piezoelétrico feita por seu marido, criou um método para medir a intensidade das emissões radiativas de materiais diversos. Trabalhando com diferentes compostos de urânio, conseguiu também demonstrar que as emissões eram diretamente proporcionais à quantidade de urânio nelas presente. Isso provava que os átomos desse elemento eram os únicos responsáveis pela radiatividade daquelas substâncias.
Em 1898, ela conseguiu também demonstrar a radiatividade do Tório. No mesmo ano, já auxiliada pelo marido, isolou, em meio a amostras de minério de urânio, diminutas quantidades de um novo elemento, ao qual deu o nome de polônio. Em dezembro, identificara outro elemento, e quantidades menores ainda: o rádio.
Para obterem maiores quantidades desses novos elementos, os Curie foram buscar sobras de minérios na Boêmia (hoje parte da República Tcheca). Para isso, investiram suas próprias economias. Nos quatro anos seguintes, trabalhando num laboratório construído num barracão de madeira, em Paris, purificaram toneladas desses minérios. Assim, em 1902, conseguiram obter deles 0.1g de rádio. Mais tarde, purificado oito toneladas de um minério chamado pechblenda, obtiveram mais 1g de um sal de rádio. Jamais decidiram patentear o processo de obtenção desses materiais.
Em 1903, dividiram com Becquerel o prêmio Nobel de Física. Após a morte de Pierre Curie, em 1906, Marie assumiu seu cargo de professor na Universidade de Sorbonne, tornando-se a primeira mulher a ali lecionar. Em 1911, ela receberia também o Prêmio Nobel de Química.
No final da vida, dedicou-se a supervisionar o Instituto do Rádio, organização para estudos e trabalhos com radiatividade, sediado em Paris. Faleceu devido à leucemia, adquirida pela excessiva exposição à radiatividade.

Movimento Retilíneo Uniforme

terça-feira, 5 de maio de 2009

MOVIMENTO RETILÍNEO

Movimento retilíneo, em Mecânica, é aquele movimento em que o corpo ou ponto material se desloca apenas em trajetórias retas.





TIPOS DE MOVIMENTOS RETILÍNEOS




Movimento retilíneo uniforme (MRU)



No movimento retilíneo uniforme (MRU), a velocidade é constante no decorrer do tempo e a aceleração é nula.

  • Equação horária de posição para o MRU:


S = So + Vt




Movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV)




Já o movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), também encontrado como movimento uniformemente variado (MUV), é aquele em que o corpo sofre aceleração constante, mudando de velocidade num intervalo de tempo.

Equação ou função horária de posição para o MRUV (permite determinar a posição do móvel após um intervalo de tempo :



  • Função Horária da Velocidade no MRUV:



  • Equação de Torricelli:



Elementos Químicos

Denomina-se elemento químico todos os átomos que possuem o mesmo número de prótons em seu núcleo, ou seja, o mesmo número atômico (Z).
Ex.:
Oxigênio é o elemento químico constituído por todos os átomos que possuem número atômico 8, ou seja, com 8 prótons.
Cálcio é o elemento químico constituído por todos os átomos que possuem número atômico 20, ou seja, com 20 prótons.
Dessa forma, o número atômico é característica de cada elemento químico, sendo como seu número de identificação.
TIPOS DE ELEMENTOS
  • Elementos naturais:
    São os elementos químicos encontrados na natureza. São conhecidos 92 elementos naturais, sendo o de maior número atômico o urânio (Z = 92).

  • Elementos sintéticos
    São os elementos cujos átomos são produzidos artificialmente. Os elementos com número atômico superior ao do urânio (Z > 92) são todos artificiais (elementos transurânicos).
Ocorrência

Alguns elementos químicos como ouro, platina, cobre, gases nobres e outros, existem em estado natural. Entretanto, a maioria ocorre combinado com outros elementos constituindo os compostos químicos como, por exemplo, hidrogênio e oxigênio constituindo a água.
Simbologia

Cada elemento químico, natural ou sintetizado, é representado por um símbolo que o identifica graficamente.
Desde o tempo dos alquimistas os elementos químicos conhecidos já eram representados por símbolos. Por exemplo: o ouro era identificado pelo símbolo do Sol e a prata pelo símbolo da Lua.
Atualmente adota-se o método de J. J. Berzelius sugerido em 1811:
Os símbolos são adotados internacionalmente. Qualquer que seja a língua ou alfabeto o símbolo é o mesmo.
O símbolo é a letra inicial, maiúscula, do seu nome latino seguida, quando necessário, de uma segunda letra minúscula do seu nome.